É forçoso perceber o cotidiano. Muitos de nós (seres humanos) se sentem incomodados quando precisam superar essa muralha da vida. É que enquanto algumas pessoas o pensam como algo estátitco enfadonho e imutável, o cotidiano se mostra justamente ao contrário, um movimento tão incapiturável quanto o movimento rápido dos olhos. Agora, Plageando Kalil Gibran, aprendamos a amar o cotidiano (kalil, diria as tempestades) ao invés de fugir dele.
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